Testemunhos reais da maternidade # 8 – a história de um pai.

Esta mensagem não é um desabafo social, nem uma convocação de atenção ou difamação de pessoa nenhuma.

É simplesmente o meu DIREITO HUMANO de reabilitar os nossos nomes como pais, da nossa família e principalmente dos nossos filhos inocentes.

Dois anos de crueldade, tristeza e tortuosidade psicológica e emocional finalmente chegaram ao fim. Depois de inúmeros requerimentos, reuniões com o tribunal de menores e envolvimentos de autoridades, a justiça finalmente triunfou e ganhamos…

Além de muitas difamações contra mim como pessoa, pai e ser humano, não escrevo esta mensagem para qualquer tipo de justificação da minha parte, mas sim para desobscurecer a verdade dos acontecimentos dos últimos dois anos e pela proteção dos meus filhos.

Eu separei-me da mãe da minha filha em 2014, ela tinha 1 ano, por razões de não entendimentos entre nós. Fizemos um acordo de guarda partilhada e direitos iguais em relação a Ela. A criança residia com a mãe e ficava a pernoitar comigo uma noite por semana e cada segundo fim de semana, sexta-feira a domingo. Ofereci o meu carro a mãe para a minha filha não ficar sem transporte, e além disso, de boa vontade minha, concordei a pagar uma pensão de alimentos de 500€ por mês á mãe para nunca faltar nada. Estes pagamentos mensais foram efetuados até início 2018 sem uma única falta. Isso faz um total de 24.000€. A mãe dela foi viver na casa da mãe (avo materna) até a data de hoje.

Nunca houve problemas enquanto estive solteiro, mas no dia em que me juntei com aquela que é hoje minha esposa e futura mãe de uma filha minha, as atitudes da mãe da minha filha mudaram…

A partir daí fui proibido de ver e estar com a minha filha pela mãe. A mesma começou a atacar a Minha mulher de várias maneiras diariamente, e começou a difamar me como pessoa e pai em público, inventou que eu era uma pessoa agressiva e que batia em mulheres e em crianças, com a esperança e intenção de destruir a nossa relação.

Até chegou ao ponto de tirar a Minha filha da creche que frequentava na altura, sem o meu conhecimento, para extinguir o contacto total entre mim e ela. Nem queria imaginar o sofrimento da minha filha, que estava habituada de estar regularmente comigo.

Desesperado e depois de várias tentativas de contato com a minha filha, mas sem resultado, encontrei me forçado de pedir ajuda as autoridades e ao tribunal de menores. Como a guarda era partilhada e tínhamos um acordo assinado no tribunal, este tomou rápida ação contra a mãe. Alertando a que o que estava a fazer era um abuso do nosso acordo e que não tinha o direito de proibir o pai ver ou estar com a filha e para respeitar o acordo. O aviso foi ignorado pela mãe.

Entretanto passou um mês e meio sem ver a minha filha e com ajuda de contatos, consegui descobrir que a minha filha foi inscrita no infantário público numa localidade. Sem conhecimento da mãe, fui a apresentação dos alunos na escola em conjunto com a minha esposa. Qual foi o espanto dos professores quando viram a minha filha a correr e saltar para os meus braços a chorar pelo pai. Descobri no mesmo dia da apresentação que a mãe da Dela foi dizer ao Diretor da escola que eu tinha fugido para outro País, abandonando mãe e filha sem ter deixado um cêntimo para a sobrevivência das mesmas, (quando já estávamos separados a 3 anos), e eu já estando a viver com a minha esposa.

Em primeiro lugar sempre fui um pai mais que presente, e nunca falhei com pagamentos de pensão de alimentos (todos os comprovativos de transferência a mãe encontram-se na minha pose para consulta), além disso tenho as minhas empresas e casa em Portugal e nunca estive, nem fugi para outro País. O mesmo ficou esclarecido com a direção da escola no próprio dia.

No primeiro dia de escola da minha filha, como a escola é pública, consegui ter acesso a ela. Mesmo com a ata do tribunal e avisos da Juiz para me a entregar nos meus dias, a educadora da sala dela proibiu a minha esposa de entrar na escola, e a mim de levar a minha filha com ordens da mãe. Só podia visita-la, mas não a levar comigo. A situação foi explicada a educadora, mas esta em vez de respeitar as ordens do tribunal e colaborar, começou a ofender-me e á minha esposa, gritando que nós não mandávamos em nada e que eramos proibidos de receber qualquer tipo de informação sobre a minha filha e que não tinha medo das autoridades. Até houve um dia que tentei visita-la na escola, mas a educadora informou-me por rádio portal que ela estava ausente, descobrindo depois por outra educadora que afinal nesse dia ela esteve presente. Chocado com esta atitude de uma funcionária pública, ainda por cima educadora de crianças, encontrei me sem outra opção, mas de alertar novamente a direção da escola e o tribunal de menores. Este respondeu rapidamente alertando a GNR para me acompanhar para buscar a minha filha a escola nos meus dias para garantir a entrega. Como a educadora dela tornou-se cúmplice da mãe, avisou a mesma sobre estes acontecimentos e ela parou de frequentar a escola nos meus dias. Por ausência da menina nos meus dias, A GNR não podia ajudar mais no assunto. (Todos os relatórios da GNR encontram-se na minha pose para consulta)

Vários requerimentos foram entregues no tribunal de menores por mim, todos foram respondidos pela Juiz com ordens para a mãe entregar-me a minha filha de imediato. Os mesmos foram constantemente ignorados. Por causa de faltar o respeito ás ordens da Juiz, uma reunião de pais foi marcada e a minha filha foi me entregue no mesmo dia. Avisando a mãe se continuasse a proibir o contacto entre pai e filha, a guarda total ia ser entregue a pessoa que facilita mais o contato entre criança e pai/mãe. Neste caso eu, o pai.

A minha filha nem tinha palavras quando me viu, a tremer e chorar jogou se ao meu pescoço e não me largava. Depois de estar mais calma e emocionalmente estabilizada, contou me que a mãe lhe dizia que o pai não queria saber dela e que só queria saber da minha esposa. A mãe e avó materna durante meses, foram lavando a cabeça da minha filha até ao máximo com a esperança de a virar contra mim, conta a minha esposa e restante família.

Pouco tempo depois, como a mãe dela e avo materna, perceberam que a minha esposa e eu estávamos novamente a construir uma boa relação com a menina, as mesmas proibiram-me de ver a minha filha outra vez. Tirando a da escola completamente para não haver possibilidade nenhuma de eu vê-la outra vez. Fiquei novamente sem saber nada da vida da minha filha.

Elas tentaram por me na situação de ter de escolher entre a minha mulher e minha filha. Ignorando estas tentativas de separação da parte delas, e mostrando que o nosso amor é forte demais para ser destruído, pedi a minha esposa em casamento. Quando este pedido se tornou público, recebi um telefonema da mãe da minha filha a exigir me uma quantia de 100.000€ ou esta vai dar cabo da vida do meu enteado (Um rapaz de apenas 13 anos, filho da minha esposa) e que nunca mais viria a minha filha. Sempre com a esperança que a minha esposa me deixasse.

Graças a Deus tinha uma pessoa ao meu lado que ouviu o telefonema em alta voz e serviu como meu testemunho. Como já ouve varias tentativas de extorsão da parte da mãe da minha filha, ignorei este, como todos os anteriores e não entreguei dinheiro nenhum a mãe. Infelizmente, desta vez, a ameaça realizou-se. A mãe dela informou o tribunal de menores que o meu enteado abusava da minha filha sexualmente quando ela estava connosco.

Sem provas, testemunhas e factos nenhuns, a mãe da minha filha começou a difamar o menino em todos locais, estabelecimentos, organizações e empresas que visitava. Desta vez com a esperança que a minha esposa me deixasse para proteger o filho. O mesmo não aconteceu. Muito ao contrário, esta situação só nos juntou mais como família.

A partir daí a nossa batalha diária começou e nunca mais houve serenidade para a nossa família, e muito menos para a vitima escolhida pela mãe da minha filha o meu enteado. Como é habitual, a segurança social ficou envolvida e fez-nos visitas em casa. A minha filha com 3 anos foi, ao pedido da mãe, obrigada a fazer exames médicos desconfortáveis nas zonas genitais, reuniões semanais com psicólogos e agentes socias, criando uma vida de massacre emocional para a ela. Mesmo depois de ter recebido lavagens intensas de cabeça da mãe e avó materna, todos os relatórios de psicólogos, exames médicos, e visitas de agentes sociais deram negativo (todos os relatórios e exames encontram-se na minha pose para consulta). Até chegou ao ponto da mãe da dela escolher uma data em que a Mia supostamente foi abusada pelo meu enteado. Mal ela sabia, que nesse dia ele esteve com o Pai biológico e existem várias testemunhas para provar o mesmo.

A mãe até se mudou para um apartamento vazio de um familiar, para representar perante a segurança social (ficticiamente) uma vida estável, com um namorado que foi rapidamente arranjado, e um cão. Dois meses depois tudo foi descoberto, pois ela voltou para a casa da mãe com a minha filha, e o suposto namorado voltou para a terra dele.

Chegamos a ser seguidos pela mãe da minha filha e avo materna, recebemos ameaças de morte por escrito e verbalmente, e fizeram-nos esperas em frente da nossa própria porta de casa. (Todas as ameaças por escrito encontram-se na minha pose para consulta).

Cada semana que passava, a mãe da menina e avó materna espalhavam mais a mentira pelo povo, não tendo qualquer contemplação com a mancha lançada sobre o meu enteado, e nas consequências que esta situação poderia repercutir na vida do mesmo, demonstrando ausência de empatia. Começando então o menino a sofrer as consequências com bocas, maus olhares e faltas de respeito pela sociedade diariamente. O mesmo, como é normal, ficou gravemente afetado psicologicamente por esta mentira criada pela raiva da mãe da minha filha e infelizmente não conseguiu passar o ano escolar e até hoje está a ser acompanhado por uma psicóloga com a tentativa de curar a ferida causada.

A mãe da minha filha ainda chegou a dizer que eu dava maus tratos á minha própria filha que foi claramente mais uma tentativa de difamar a minha imagem como pai parente o tribunal. O mesmo foi ignorado.

Assim como muita gente deve ter visto também, umas publicações no Facebook da mesma, a difamar-me novamente como pai e ser humano, tentando denegrir a minha imagem, assim como a dos que me acompanham. Mas nós adultos temos meios de nos defender e resolver situações destas, já as crianças não.

Entretanto a Juiz marcou julgamento para por um fim a esta selvageria causada pela mãe da menina e avo materna com a esperança de acabar com o sofrimento dos dois menores. O mesmo aconteceu momentaneamente.

Resumindo a conclusão e decisão do julgamento, requerimentos e provas apresentadas pelo pai no tribunal de menores:

– O meu enteado, obviamente, por falta de provas e qualquer índice de abuso sexual, ficou provado inocente.

– Ficou provado com ajuda de psicólogos do estado e testemunhas da própria mãe, que tudo foi uma invenção da mãe para interesse pessoal, tratando-se de alienação parental que consiste numa campanha liderada pelo progenitor/pai e que pode contar também com o apoio de outro familiar neste caso a avó materna, no sentido de influenciar a minha filha a odiar e repudiar o pai ou outro familiar sem justificação, e o afastamento entre pai e filha e outros familiares com falsas denuncias de abuso sexual.

Não se importando nem tomando conhecimento com o transtorno que a alegação causará á família, pois a sua intenção era ganhar tempo, enquanto programa falsas memórias na criança (minha filha), fazendo-a repetir como se realmente tivesse sido vítima de algum tipo de abuso.

– A mãe e avó materna, foram definidas como emocionalmente instáveis, a juiz concluiu também que a mãe da menina tem relação patológica egocentrista que ameaça a estabilidade da própria filha. Por sua vez eu como pai demonstro uma atitude educativa adequada e preocupada com ela,promovendo um convívio alargado da menina com a mãe.

– Agora ela reside semanas alternadas com os pais. Começando com uma semana com o pai e a seguir com a mãe.

– Não existe qualquer tipo de pensão de alimentos paga a nenhum dos progenitores.

– Cada pai, na sua semana, é encarregado de educação e é responsável pela vida da criança.

– Férias e feriados são divididas igualmente para ambos os pais.

Estas decisões são as mais relevantes. A ata escrita pela Juiz tem 40 páginas e encontra-se na minha pose para consulta.

Além deste caso, duas queixas crime foram apresentadas contra a mãe da dela e aceites pelo ministério público e aguardam julgamento. Uma por extorsão e outra por difamação de um menor.

Os pontos relatados em cima são factos verídicos que aconteceram e todos os nomes de pessoas não mencionados em cima, relatórios médicos, psicólogos, GNR, provas, comprovativos de transferência a mãe, requerimentos e respostas de Juiz, incluindo a ata final encontram-se na minha pose para consulta. Quem quiser obter mais informações ou ver qualquer tipo de documento pode contatar me por mensagem privada para reunir-nos.

A mentira tem perna curta e o bom venceu. Espero que no futuro, não acreditem em tudo que ouvem sem ter uma única prova.

Muitas pessoas acreditaram nas mentiras espalhadas repetidamente sobre mim e o meu enteado pela mãe da minha filha e avó materna e tornaram-se contra nós. Foi nessa fase da nossa vida que conseguimos perceber perfeitamente quem merecia estar ao nosso lado e quem não. Enganei me em várias pessoas, mas serviu como lição. Os que ficaram do nosso lado e lutaram connosco até ao fim, ficaram marcados nos nossos corações.

Agora o meu enteado e a minha filha têm uma boa relação, tratam-se como irmãos, assim como o meu outro filho mais velho.

A minha esposa e a minha filha têm uma cumplicidade muito grande uma pela outra e a nossa família está junta mais do que nunca.

Eu quero agradecer do fundo do meu coração a comparticipação e ajuda do tribunal de menores que conseguiu melhorar a vida e proteção dos meus filhos, a segurança-social que trabalhou muito abertamente comigo para provar a inocência do Rafael, a GNR da minha cidade que fez o seu melhor em cada pedido de ajuda meu, os médicos e psicólogos do estado que ajudaram provar que tudo foram invenções da mãe da Minha filha e avo materna por interesses pessoais, a PJ pela ajuda nas queixas crime contra a mãe, a equipa de advogados PLMJ que lutou todos os dias ao nosso lado e principalmente a minha esposa que nunca me abandonou nos últimos anos.

Se você é um pai ou uma mãe e estão a passar por alguma situação problemática com os seus filhos do género parecido, não hesite em pedir ajuda. Levante-se e lute. O nosso sistema judicial existe e está do lado do bem estar dos nosso filhos. Não sofre em silencio.

Menciono que já fui contactado por duas organizações de notícias com o pedido de ir público a nível nacional com este assunto. O mesmo recusei para proteção dos meus filhos que já sofreram o suficiente. Por isso, agradeço o respeito em não me contatarem mais como mesmo pedido.

Advertisements

O nosso primeiro Nikolaus

Amanhã cá na Alemanha celebra-se o “Nikolaus” !

Hoje deixamos as botas à porta, e amanhã, as crianças comportadas recebem doces, luvas, nozes, tangerinas ou cachecóis de São Nicolau, e as mais traquinas, recebem carvão, em sapatinhos ou no próprio calçado do presenteado. Por isso que, como manda a tradição, deve-se limpar as botas e calçados para que esteja limpo para São Nicolau.

O São Nicolau, é considerado um símbolo de bondade pelos católicos ( nós não somos práticantes ), É ele o “verdadeiro” pai natal, e não supostamente aquele que vem no Natal.

Gosto de transmitir estas tradições aos pequenos. Neste caso será o primeiro ano que o faremos.

O que será que eles vão receber ? 😂

Claro, já tenho os docinhos todos separados ali em sacos para de manhã deixar nas botas e eles ao acordarem irem lá espreitar 😍

Diz à tua filha que a amas, todos os dias.

Diz à tua filha que a amas, todos os dias.

Que tens orgulho nela, mesmo que ela não tenha as melhores notas na escola.

Que tens orgulho na criança que ela é, mesmo quando erra.

Que tens orgulho nela sempre.

Ensina-lhe o melhor caminho.

Aquele que a leva a ser compreensiva. Aquele que a faz ter amor e empatia pelo outro.

Diz-lhe que a amas todos os dias, abraça-a.

Diz-lhe que é linda. Que é capaz de conquistar o mundo se assim quiser.

Diz-lhe que é normal nem sempre conseguirmos o que queremos, mas que devemos lutar por isso.Que é normal nem sempre sermos perfeitas, e irmos a baixo de vez em quando. Que é normal errar, desde que se tire sempre daí uma lição.

Diz-lhe tudo isso, para que ela saiba sempre que é mesmo disso que as pessoas são feitas. De errar, aprender, tentar novamente e por fim conquistar.

Diz à tua filha que a amas, todos os dias. Para que ela saiba que todos os seres humanos devem ser feitos de erros, mas sobretudo de amor. ❤️

Vanessa De Carvalho

#MaternidadeDeCabelosEmPé

Os bebés não são todos iguais

Todos os bebés choram.

É verdade, eles choram é inevitável.

Quase todos os bebés têm cólicas, e quase todos acordam várias vezes durante a noite.

Mas isso quer dizer que estás a errar ?

Todos precisam da mãe, do colo, do carinho e do aconchego. Do cheiro, do contacto pele a pele, de ouvir o teu batimento cardíaco.

Mas a verdade é que nem todos os bebés são iguais.

Não é porque o bebé da tua amiga é a maior paz de alma, e o teu chora as noites inteiras, que estás a errar.

Não é porque a tua vizinha amamenta e tu optaste ( ou foste obrigada a optar ) por biberão, que estás a errar.

Não é porque o bebé daquela rapariga do grupo do Facebook dorme com os pais, e o teu dorme no berço, que estás a errar.

Não é porque o bebé da tua prima só come papas caseiras de farinhas bio, e o teu papas cerelac, que estás a errar.

Não é porque aquela rapariga que nem conheces de lado nenhum, pratica babywearing, mas a ti dá-te mais jeito usar o carrinho, que estás a errar.

Não é porque os livros dizem que tens que fazer assim e assado com o teu bebé, e tu não o fazes, que estás a errar.

Não oiças todos os palpites, não deixes que te inferiorizem, não deixes que esse mundo de maternidade te afogue.

Sê a mulher e mãe que queres ser.

Sê a mulher e mãe que queres que o teu filho tenha.

Porque no fundo o que importa é só ele, não os outros.

E para o teu filho, não há melhor mãe no mundo do que tu. ❤️

Vanessa De Carvalho

Maternidade de cabelos em pé

Não te culpes.

Não te culpes por estares cansada.

Não te culpes porque nem todos os dias gostas de ser mãe.

Não te culpes por todos os dias te julgarem, te darem palpites não solicitados.

Não te culpes por falta de apoio.

Não te culpes por não teres paciência infinita.

Não te culpes por pensares em ti de vez em quando.

Não te culpes porque o teu filho não é igual ao da vizinha.

Não te culpes por ele fazer birras atrás de birras.

Não te culpes por existires para além dos filhos.

Não te culpes por não seres como essas mães que (pensas que) vês por aí.

Não te culpes por seres a mãe que és.

E sobretudo não te culpes por não seres perfeita. Porque para o teu filho, não há mãe mais perfeita do que tu. ❤️

Vanessa De Carvalho

#MaternidadeDeCabelosEmPé

Testemunhos reais da maternidade #7 Anónima

Tenho 31 anos, 3 filhos e um companheiro com distúrbios psicológicos desde criança.

A mãe dele abandonou as consultas e tratamentos dele quando ele era criança e ainda hoje ele toma a medicação só e apenas quando lhe apetece.

Não segue uma rotina, não faz um desmame e inferniza-me a vida.

Sou vítima de violência, física e psicológica. Acorda de noite a dar-me pontapés, tentou já matar-me por estrangulamento. Felizmente num segundo de distração dele consegui chamar o meu filho, dessa vez correu bem, mas pergunto-me se continuará a correr. Ameaça que se vai enforcar à frente das crianças, que vai esfaquear toda a gente e que nos vai matar.

Todos os dias. Eu própria tenho os meus problemas de ansiedade que só pioram com esta situação. Já não há amor, não há carinho. Há berros, discussões, palavras feias. Tentei interná-lo mas sem sucesso.

Mas hoje finalmente disse chega! Peguei nos meus filhos, chamei a polícia e fiz queixa dele. Espero que ele se cure, sinceramente. Porque apesar de tudo, penso que mais vale os meus filhos perderem uns tempos com o pai do que me verem morta e o pai preso. 

31 anos, 3 filhos e uma vida de sofrimento.
Mas um dia tudo há-de melhorar.

Sugestões de Natal 🎄

Como o Natal está aí mesmo à porta, decidi partilhar convosco, algumas sugestões de prendinhas para os mais pequenos, assim como para futuras mamãs, e até para os papás ( e dicas para os papás comprarem para as mamãs também! ) e claro, para a restante família !

Começamos pelas prendas para o papá, ou outro familiar, com a Bewee !

Como já vos tinha mostrado, a bewee pega nos desenhos dos nossos mais que tudo e transforma-os em bordados em, camisolas, almofadas, toalhas de banho… etc etc ! Fica uma ideia super pessoal, e gira !

_________________________________________________

Depois, para aquelas futuras mamãs que estão a preparar o enxoval do bebé que aí vem, recomendo a Corujinha !

Aqui, vocês podem dar largas à imaginação e encomendar aquele ninho fofo em que o bebê vai dormir, a fraldinha com uns bonecos super fofos, e também bolsas de higiene e muito mais ! Em que fazem as combinações com os tecidos mais giros que existem neste mundo digital.

_________________________________________________

Ainda continuando na linha das futuras mamãs, e também dos bebés, temos a nossa loja Algarvia mais gira de todas “o sítio do bebê” fica nas 4 estradas entre Quarteira/Almancil, e tem uma imensa diversidade de artigos de bebés e crianças. Para além de dar jeito às mamãs que vivem no Algarve, eles enviam para todo o país. Nós já temos umas lancheiras térmicas todas giras para os gôdos cá de casa. Mas lá, podem comprar de tudo ! Desde chupetas, a berços e cadeiras Auto.

_________________________________________________

Agora para as mamãs, e também para as princesas claro ! Temos a Gôda ! Com os colares para as nossas pequenas, mais giros e estilosos de todos ! E para a mãe perguntam vocês ? Imensos colares claro, pulseiras, e até bolsas!

_________________________________________________

Para as sobrinhas e as filhotas ( e filhotes ), temos a “Até à Lua e voltar“. Aqui podem encontrar um monte de acessórios para menino e menina, e também a decoração mais gira de todas para os quartos dos pequenos.

_________________________________________________

Para a irmã, a cunhada, filhotes e etc etc, temos a Cora ! Aqui podem simplesmente dar largas à imaginação e pedir à Alicia o que quiserem. Autocolantes em vinil para destacar na decoração da sala de estar, agendas para se organizarem para o próximo ano, e até estas listas de tarefas para os pequenos aprenderem as suas próprias tarefas.

_________________________________________________

E sapatos ?! Aquela verdadeira perdição de quase todas as mulheres ( a minha mãe que o diga ). Temos a Pisamonas.pt ! Onde podem encomendar, experimentar, se não servir ou não for do vosso agrado ( o que eu duvido ) podem trocar sem custos de envio! Na minha opinião são os sapatos mais confortáveis de todos.

_________________________________________________

Para aquela vossa amiga, que quer ir de férias mas nunca consegue juntar dinheiro, na “mealheiros personalizados” podem encomendar um mealheiro totalmente personalizado, oferecer-lhe, e fazê-la sonhar com a viagem que tanto anseia. Ou então, juntar uns trocos para o filhote, para mais tarde comprar aquele brinquedo mais caro que há tanto tempo pede.

_________________________________________________

Preferem oferecer uma roupinha, porque sabem que as crianças já têm coisinhas a mais ? Então espreitem a página Amore, com roupas super giras , até mesmo para os pequenos usarem agora na noite de Natal!

_________________________________________________

E “last but not least” temos A Lamora ! Com os tapetes de entrada personalizados mais lindos de todos ! E não só, na Lamora encontram também bolas de Natal personalizadas, entre outras variadas coisas.

E pronto, já vos deixei várias sugestões!

Mas digam-me. Já compraram as prendas todas ? Preferem deixar para mais tarde?

Contem-me tudo !

Beijocas

Vanessa

#maternidadedecabelosempé